Na FN é diferente.
Tem universidade, qualidade de vida, oportunidades, valorização, crescimento e mudança de vida. Tem muito esforço, é desafiador, mas vale a pena.
Elevar a excelência operacional de toda a cadeia da distribuição.
O objetivo da FN é elevar a excelência operacional do segmento como um todo. Para isso, a empresa desenvolve um projeto ousado de formação, capacitação e reciclagem para toda a cadeia da distribuição, começando da ponta. É a técnica da distribuição, que não existe organizada em lugar nenhum, virando patrimônio da categoria. A CLT é a face interna dessa ambição. A FN não vence a disputa por mão de obra pronta contra a multinacional ao lado, então decide formar a sua gente e faz dessa escolha o seu posicionamento. A CLT como significante é a virada central: o jovem que a FN precisa atrair enxerga a carteira assinada como atraso, coisa de quem desistiu de crescer, enquanto o moderno seria o aplicativo, o PJ, empreender. A FN mostra o contrário. Com universidade e mapa de carreira atrás dela, a CLT é o caminho mais efetivo para mudar de vida, e o atraso está do outro lado.
A ambição é de categoria, mas não começa pedindo dos outros: começa dentro de casa, pela ponta. O promotor e o vendedor primeiro, depois o varejo cliente, depois a indústria parceira. É a mesma ordem de propagação dos níveis do mapa. Elevar o segmento e resolver a atração e retenção da própria FN são o mesmo movimento, visto de duas alturas.
Universidade
O diferencial inimitável. A FN fundou a universidade da categoria, e fundador é o único cargo que não abre vaga. A UDIS começa como projeto interno e vira joint venture.
Esforço
A cláusula de honestidade. Tem muito esforço, é desafiador. É a única coisa que o concorrente não vai dizer, e é a frase que a FN tem direito de dizer: a empresa nasce de um teste, vender um caminhão em uma semana.
Mudança de vida
A promessa, provada por longitudinalidade. Acompanhar as mesmas pessoas ao longo dos níveis, ao longo do tempo. É a única evidência que convence um candidato: alguém igual a ele que ficou e subiu.
Um mapa de oito níveis de consciência, ancorado na pirâmide de Barrett.
Do nível 0 ao 7. Não é uma escada onde a pessoa sobe de valor, é um mapa onde o que cresce é a complexidade que ela sustenta. Do 0 ao 3, quem conduz é a FN, dentro da jornada, sobre a função. Do 4 ao 7, a propriedade passa para a pessoa e a empresa cresce junto, como financiadora e mentora. O 7 é consequência: quem chega lá é mentor, e realimenta o 0.
A FN dá o mapa
Aculturamento, mentalidade de crescimento e o choque de realidade do salário mais sonho. A pessoa recebe o mapa e o horizonte. Aula ao vivo gravada, assistida em turma na sede.
A pessoa se desenvolve
Função, colaboração e resultado. Aqui quem conduz ainda é a FN, dentro da jornada, sobre a função. Conteúdo proprietário sobre a distribuição, intransferível.
A FN e o profissional crescem juntos
Novas habilidades, mercado, empresa e legado. A propriedade do desenvolvimento passa para a pessoa, e a empresa entra junto como financiadora e mentora. O 7 forma os próximos.
Do 0 ao 7. Nós damos o mapa, quem percorre é você.
O mapa materializa uma frase que a FN já dizia sem ter o objeto. Ninguém é nível 3. A pessoa está numa travessia, e cada travessia tem nome. É a travessia que a liderança conduz e que a campanha filma.
Do 0 ao 3, quem percorre é a FN junto, porque ali ainda é trabalho. Do 4 em diante, a propriedade do desenvolvimento passa para a pessoa, e a empresa entra como financiadora e mentora.
Clique em cada nível para ver a transição, o detalhamento e as aulas.
Aprender a estudar e trabalhar
O nível 0 existe porque o promotor é a única função que trabalha inteira dentro da loja do cliente, fisicamente fora da cultura. Ele não vence disputa de salário com a multinacional ao lado, então a FN forma. Este nível instala a condição que o nível 4 vai exigir: capacidade de se autodirigir. Growth mindset como eixo, autodireção (Schlochauer) como saída esperada, as quatro dimensões de vida sem rótulo importado, os dezenove anos do Donizete como choque de realidade contra a promessa de resultado rápido das redes, e cultura ensinada por dilema e não por exposição.
Salário e sonho
Abre com a provocação: que mudança de vida você começa a buscar hoje. Traz os dezenove anos do Donizete (1974 faxineiro numa distribuidora de iogurte, 1993 funda a FN) contra os seis meses que o Instagram promete, sem moral da história, só a conta. Apresenta as quatro dimensões (pessoal, profissional, familiar, social) como onde a pessoa está hoje, não onde deveria estar. Entrega o mapa 0 ao 7 inteiro, com o 7 visível: é aqui que "nós damos o mapa, mas quem percorre é você" ganha o objeto. Fecha com a faísca da Merin: sonhar grande custa a mesma coisa que sonhar pequeno. Abre o Projeto de Carreira, versão horizonte.
Mentalidade de crescimento
Capacidade se desenvolve sem inflar a promessa: o efeito é real e é maior justamente para quem está na sala. Comportamento igual olhar mais sentimento mais ação. Grau de controle pelo método CIA (controlar, influenciar, aceitar), atividade viva, porque o promotor controla pouco dentro da loja do outro e o varejo muda o layout sem avisar. Erro como forma principal de aprendizado. Ninguém vai do 0 ao 100 sem passar pelo 10. A cláusula de honestidade: esforço sem direção é cansaço, não crescimento, e o que a empresa devolve no nível 4 é dito com nome e prazo, por uma boca que responde. Abre o desafio de 21 dias.
Aprender a estudar
O adulto aprende o que escolhe, e a maior parte fora de curso. Curso é insumo, a sala de aula é o trabalho. Como estudar de verdade: onde anotar, como voltar num conteúdo, como perguntar, como transformar o celular em ferramenta e não em pauta alheia. Curiosidade como método e não como talento. Só referências diferentes fazem profissionais diferentes. O estudo traz o conhecimento, mas apenas a atitude se conclui em aprendizado. Apresenta o Cresça Mais e as bolsas como o que existe do nível 4 em diante, e a regra: dentro da jornada é sobre a função, fora é sobre você, e o de fora acelera, nunca é requisito.
Aqui é assim
Os cinco valores em trinta segundos, só para nomear. Os princípios (as frases que mais nos ouvem falar) como regra de decisão, um dilema real de PDV para cada. Prazo contra padrão: o que cede quando o prazo ameaça o arroz com feijão bem feito. Conforto contra honestidade: aviso agora que não fecha ou corro até sexta, aqui é olho no olho. Levar o problema para quem resolve é transparência, espalhar para quem não resolve é multiplicar negatividade, distinção que sozinha ataca a demora do retorno do campo declarada pelo Trade. Os seis comportamentos entram como observáveis dos dilemas. O não toleramos entra inteiro e sem suavizar. Ótimo dia entra como ritual praticado.
Rito de passagem
Apresentação do Projeto de Carreira. Entrada do mentor, o veterano contando a própria travessia, prova e não palestra. Nomeação da turma: o promotor sai dali com um time, que é o que ele não tem no dia a dia. Ponte explícita para o nível 1. É o ativo longitudinal da campanha: as mesmas caras, ano que vem, no nível 1, e depois no 3.
Aprender a sua função
Primeiro nível de repertório. Aqui a pessoa aprende a fazer bem o que a função pede. É proprietário e intransferível: é sobre a distribuição e sobre a FN, não existe em catálogo nenhum. Os cinco cursos já produzidos (papel do promotor, comunicação no PDV, argumentação de valor, inteligência comercial, atendimento B2B) são a base, reancorados como nível 1.
O novo papel do promotor no varejo
Diferença entre presença operacional e presença estratégica. Como o promotor ajuda o varejista a vender mais. Relação entre execução no PDV, giro de produto e resultado comercial. Como representar a FN com postura, linguagem e profissionalismo. O papel do promotor na conexão entre FN, indústria e cliente.
Comunicação estratégica no ponto de venda
Como abordar o cliente de forma profissional e objetiva. Como construir confiança com o varejista. Como explicar uma orientação sem parecer imposição. Como pedir espaço, visibilidade ou apoio. Como adaptar a fala a diferentes perfis. Como comunicar problemas sem gerar atrito. Como transformar conversa cotidiana em oportunidade comercial.
Argumentação de valor sem depender de preço
Diferença entre defender preço e construir valor. Como falar de giro, exposição, ruptura, margem e oportunidade. Como mostrar que produto bom parado é problema de execução. Como usar argumentos simples para produtos estratégicos. Como lidar com comparação com concorrente. Como transformar objeção em pergunta melhor.
Inteligência comercial na rotina
O que observar em cada visita. Como identificar oportunidade de mix. Como perceber risco de ruptura e produto parado. Como registrar informação útil e transformar percepção em dado. Como comunicar oportunidade para vendedor, supervisor ou indústria. Como usar fotos e evidências de forma estratégica.
Atendimento e encantamento no B2B
O que é bom atendimento no varejo B2B. Como gerar segurança. Como ouvir antes de responder. Como conduzir conversa difícil. Como resolver problema com postura. Como transformar visita comum em experiência positiva. Como fazer o cliente perceber valor na FN.
Aprender a colaborar e conectar
O manual da FN define o negócio como um elo entre todas as partes. Este nível tira a pessoa do átomo e a coloca em rede: colaboração entre setores, comunicação clara, disposição de contribuir independente de função ou hierarquia. É onde o trabalho em equipe deixa de ser valor no slide e vira prática observável.
O negócio como elo
Como a colaboração entre setores sustenta a entrega ao cliente. Por que o trabalho de um depende do outro. O custo real do silo. Como a comunicação clara é pré-requisito da execução.
Comunicação entre áreas
O princípio da casa aplicado: levar o problema para quem resolve é transparência, espalhar para quem não resolve é ruído. Como reportar do campo de forma útil e no tempo certo. Como pedir ajuda sem parecer fraqueza.
Reconhecimento profissional
O que faz um profissional ser reconhecido dentro e fora da FN. Consistência como reputação. Como a confiança vira acesso a mais responsabilidade.
Aprender a entregar resultado
Aqui a pessoa passa a ler o próprio trabalho em resultado, não em atividade. Meta, indicador, margem, ruptura, giro deixam de ser palavra de gestor e viram linguagem do promotor. É o último nível onde tudo ainda é o que a pessoa entrega. A partir do 4, a empresa passa a devolver.
O que é resultado na FN
O que a FN mede e por quê. Como a visita do promotor se conecta a faturamento, troca, devolução e ruptura. Como enxergar o próprio trabalho pelo resultado que gera, não pelo esforço que custa.
Ler indicador sem ser analista
O que é meta, o que é resultado-chave, o que a rota tem que entregar. Como usar o número a favor da própria trajetória. Como o indicador conta uma história sobre a loja.
Contribuir com a empresa
Como a percepção do campo vira insumo estratégico. O promotor como fonte de inteligência de mercado. O que a FN faz com o que ele traz.
Aprender novas habilidades
O nível 4 é o coração da campanha e o que a torna verdadeira. Do 0 ao 3 é tudo o que a pessoa entrega. Aqui a empresa devolve. A habilidade só é verdadeira se for portátil: dado, IA, finanças, comunicação, capacidade de ensinar, algo que é da pessoa e ela leva embora. O paradoxo é assumido: o que retém é exatamente o que seria levável. O mecanismo é o PDI, que já é responsabilidade da liderança. O catálogo Cresça Mais é piso, direito de quem veste a camisa. A bolsa é marco, o que a empresa devolve para quem entregou, com o 3 para 4 como gatilho de elegibilidade. Se este portão não tiver nome, verba e prazo, os níveis 0 a 3 viram escada que sobe para porta trancada.
O PDI como plano da pessoa
O PDI é o mecanismo do nível 4 e já é rotina de liderança. A régua de validade: growth mindset instalado no promotor e desmentido pelo líder na rota evapora em duas semanas. Por isso a Academia de Líderes é pré-requisito de operação deste nível, não item paralelo.
Habilidade portátil
Dado, IA aplicada, finanças pessoais e do negócio, comunicação, capacidade de ensinar. Se a nova habilidade for só mais técnica de venda, é nível 3 fantasiado. O nível 4 exige que a habilidade seja levável embora, e a FN já autorizou isso quando escreveu referências em suas profissões.
Catálogo e bolsa
Cresça Mais como piso disponível para quem veste a camisa. Bolsa parcial para ensino superior e formação técnica, em parceria a construir com universidades da região, como o que a empresa devolve para quem chegou ao portão. A bolsa não é benefício, é a origem da empresa virando política: aos 17 o Donizete trabalhou para pagar a pensão e a escola.
Aprender sobre o mercado
Nível 5 e 6 exigem plateia. Não existe aula sobre mercado, existe alguém que precisou explicar o mercado para um dono de mercearia. É por isso que a Frente 2 da Universidade (varejo cliente) não é negócio paralelo: é o campo de prática deste nível. Quem chega no 5 é quem educa o varejista sobre margem, exposição, ruptura, sazonalidade e giro. Isso dá coerência pedagógica, dá sustentação financeira (a indústria patrocina o que educa a ponta) e transforma a frente comercial em prova cultural.
Ler o mercado da distribuição
Categorias, sazonalidade, comportamento de compra, poder do varejo pequeno e médio. O que move a decisão do dono de loja. Como a inteligência de mercado vira argumento.
Ensinar o varejista
Como transformar o que se sabe em algo que o dono de mercearia usa. Precificação, margem, exposição, giro, ruptura, na linguagem dele. A Frente Varejo da Universidade como palco: quem ensina, aprende duas vezes.
Aprender sobre a empresa
Se o nível 5 educa o varejo, o 6 co-cria com a indústria. A Frente 3 da Universidade (indústrias parceiras) é o campo de prática: quem chega aqui entende a empresa como sistema e opera na relação com o fornecedor, transformando conhecimento em influência comercial. É o nível onde a pessoa enxerga a FN inteira, não só a própria rota, e onde a operação comercial vira prova cultural em vez de veneer.
A FN como sistema
O negócio como cadeia de valor. Como a decisão de um setor afeta os outros. Visão sistêmica: parar de olhar só a própria rota e ver o todo.
Co-criar com a indústria
Como funciona a relação com a indústria parceira. Ativação de marca, campanha de categoria, certificação, conteúdo co-branded. A Frente Indústria da Universidade como palco onde a FN cria valor na ponta em vez de disputar só preço e volume.
Aprender sobre si mesmo
Em Barrett, o topo é legado e serviço, não introspecção. A FN já escreveu isso: a vontade de deixar um legado na empresa. O nível 7 se realiza formando os próximos, o que fecha o ciclo (o 7 é o corpo docente do 0) e resolve escala numa empresa sem estrutura de T&D. É o único nível verificável: você não chega no 7 por avaliação, chega quando alguém foi formado por você. Partida a frio: na primeira safra não existe mentor certificado pelo mapa, então o mentor é o veterano reconhecido pela cultura, gente de vinte anos de casa. A elaboração de si mesmo que estava na Jornada do Propósito da Merin vive aqui, no topo, não na entrada.
O mentor como legado
O que é mentorar dentro da FN. Como a própria travessia vira ferramenta para o próximo. Legado como a vontade, já no manual, de deixar marca na empresa. O 7 realimenta o 0: o mentor é quem conduz a sala depois da aula gravada.
Realizar os sonhos
O reencontro com o salário mais sonho do nível 0, agora do outro lado. O que mudou na vida pessoal, familiar, social e profissional ao longo da travessia. A elaboração de si mesmo que só faz sentido depois do caminho andado.
Na FN é diferente.
A campanha de marca empregadora que traduz o projeto para quem escolhe entre a FN e o galpão da multinacional ao lado. Sem plano de mídia fechado ainda: aqui está a abordagem da narrativa e o papel de cada canal.
Tem universidade, qualidade de vida, oportunidades, valorização, crescimento e mudança de vida. Tem muito esforço, é desafiador, mas vale a pena.
Na base da distribuição, no sul de Minas, a barreira de talento não é salário nem transporte. É repertório, hábito de estudo e referência. O jovem que a FN precisa atrair carrega uma percepção herdada de que carteira assinada é atraso, coisa de quem parou de sonhar, enquanto o moderno seria viver de aplicativo, abrir um PJ, empreender do nada. As redes sociais reforçam isso todo dia, vendendo resultado sem trabalho e mudança de vida em seis meses. É contra essa percepção, não contra outro empregador, que a campanha compete.
A FN declarou o próprio problema nos SWOTs do planejamento. A multinacional ao lado paga mais e a FN não vence essa disputa no salário. O turnover da promotoria pressiona o branding de marca empregadora, a ponto de o próprio Marketing declarar que a cobertura dos eventos acaba mostrando o rodízio de gente. E há a fraqueza declarada pelo Trade: a maioria do time está virando repositor, não promotor. O desafio não é atrair mais barato, é reter e desenvolver, dando à pessoa uma razão para ficar que o salário sozinho não dá.
A resposta é parar de disputar mão de obra pronta e formar. A UDIS e a CLT transformam formação em posicionamento. A CLT deixa de ser lida como atraso e passa a ser o caminho mais efetivo de mudança de vida: não o mais rápido, porque exige esforço, mas o que leva de verdade a algum lugar, enquanto o atalho da promessa fácil leva a lugar nenhum. Universidade, mapa de carreira, qualidade de vida e oportunidade real de crescer são a prova material de que a virada é verdadeira.
Três coisas ditas, e uma que o concorrente não dirá.
A espinha da campanha não é a lista de benefícios, é a última frase. Todo mundo diz oportunidade e crescimento. Só a FN tem direito de dizer que é duro, porque a empresa nasce de um teste: vender um caminhão em uma semana.
Universidade
O diferencial inimitável. A FN fundou a universidade da categoria, e fundador é o único cargo que não abre vaga. A UDIS começa como projeto interno e vira joint venture.
Esforço
A cláusula de honestidade. Tem muito esforço, é desafiador. É a única coisa que o concorrente não vai dizer, e é a frase que a FN tem direito de dizer: a empresa nasce de um teste, vender um caminhão em uma semana.
Mudança de vida
A promessa, provada por longitudinalidade. Acompanhar as mesmas pessoas ao longo dos níveis, ao longo do tempo. É a única evidência que convence um candidato: alguém igual a ele que ficou e subiu.
Cada canal com uma função, não uma data.
A veiculação depende de datas e verba a definir. O que a estratégia já fixa é o que cada canal faz e para quem fala. A campanha se propaga em fases que decorrem do projeto, não do calendário.
Ativação ao vivoEventos
O canal mais forte que a FN já tem. A empresa patrocina corrida e show, e a ativação ali não é anúncio, é a qualidade de vida da campanha acontecendo na frente das pessoas, com a equipe FN presente e vestindo a marca. É onde o vale a pena deixa de ser copy e vira cena. Depende da linha de orçamento da equipe para não virar só logo no arco da corrida.
Atração do candidatoOutdoor e rádio
Falam com o candidato de Varginha, não com o colaborador de dentro. São mídia de topo, de atração, e carregam o claim, Na FN é diferente, não o detalhe do mapa. O rádio no sul de Minas ainda alcança o público operacional de um jeito que a rede social não alcança.
Prova e atração, separadasRedes sociais
Dois públicos que não podem se misturar. Para o candidato, a peça de atração com o claim. Para quem já é da casa e para quem observa de fora, a prova longitudinal: a mesma pessoa subindo de nível ao longo do tempo. É aqui que o promotor filmado, via o KR de capacitação em filmagem do Marketing, vira o conteúdo que inverte a antiga ameaça: os vídeos deixam de mostrar o turnover e passam a mostrar quem ficou.
A campanha tem fases que decorrem das decisões do projeto, não do calendário. Fase de bastidor, enquanto se fala universidade da distribuição em minúscula e a marca UDIS ainda não existe publicamente. Fase interna, a CLT precisando ser verdade para o promotor antes de virar anúncio para o candidato. Fase externa, quando a primeira safra já dá prova longitudinal e a peça pode mostrar gente real que ficou e subiu, não promessa. O lançamento da UDIS para a categoria é ocasião à parte e posterior: se a categoria conhecer a UDIS como o RH da FN, ela nasce fornecedor em vez de virar ativo de categoria.
Escreve, dirige, produz e forma. Não aparece na tela.
A BRAVA escreve, dirige e produz o conteúdo, forma os mentores e conduz a modelagem. Não aparece na tela: quem aparece é Donizete, coordenador, veterano, promotor. Consultor em estúdio é morte no primeiro minuto.
Na joint venture, a BRAVA leva método, arquivo, a tradução de Barrett para jornada individual (feita em 2020, na época Merin), o Manual de Cultura, a régua. A FN leva operação, laboratório, acesso à categoria e o status de fundadora.
O mapa dos 8 níveis não é ideia de agosto de 2026. É a quinta iteração de algo que a casa constrói desde 2020, quando a Jornada do Propósito já traduzia Barrett em módulo, atividade, artefato e desafio de 21 dias. Quando alguém perguntar de onde veio o mapa, a resposta tem lastro documental datado.
Começa interno. Vira joint venture.
A UDIS nasce como projeto interno da FN e evolui para uma sociedade entre BRAVA e FN, cujo produto é a formação da categoria.
Projeto interno
A UDIS começa como projeto interno da FN, produzido pela BRAVA em prestação de serviço. A frente interna vira a prova antes de a categoria ver. Decisão que tira risco.
Joint venture
A UDIS vira negócio cujo produto é a formação da categoria, com a FN como fundadora, âncora e laboratório. As frentes de varejo e indústria deixam de ser extensões e viram o próprio negócio. Primeira vez que a BRAVA monetiza por participação, não por fee.
A tensão: se a UDIS vende formação para a categoria, ela vai vender para concorrente da FN. A saída é a doutrina da BRAVA aplicada à própria BRAVA. O que a UDIS vende é técnica: a formação técnica da distribuição, que não existe organizada em lugar nenhum e que, elevada na categoria inteira, vira patrimônio do setor. O que fica na FN e é intransferível é a cultura: o mapa aplicado à FN, o mentor de nível 7 que é gente da FN, o PDI conduzido pelo líder da FN, a bolsa que nasce da história do Donizete. O concorrente compra a mesma trilha e não compra o nível 7.
O conteúdo deixou de ser o risco. Quem conduz a sala, sim.
A decisão pelo gravado é a condição da JV: encontro não escala nem licencia. Mas transfere cem por cento da adaptação para o mentor.
01O mentor é o caminho crítico
Com aula gravada, o vídeo não se adapta a nada, e cem por cento da adaptação e do aculturamento cai no mentor. Formar o mentor não é fase posterior, é pré-requisito de estreia.
02O gravado congela
No dia em que a FN mexer numa frase do manual, um pedaço do bloco de cultura vence. Definir quem regrava, com que verba, em que ciclo.
03Produção concentrada
O Marketing da FN declarou como fraqueza que todo o processo é feito por uma pessoa só. Ou a produção é da BRAVA como agência, e aí é o case, ou não acontece.
04Trilho do desafio diário
O Cresça Mais hospeda curso, não conduz hábito. O desafio diário precisa de trilho de mensagem no celular. A BRAVA já constrói agente em WhatsApp com Twilio: é o mesmo trilho.
A CLT é a mesma, o que a FN faz com ela é que é diferente. A diferenciação é sobre o que existe além da lei, nunca sobre a lei. Enquanto a marca UDIS não existe publicamente, a campanha fala em universidade da distribuição em minúscula, como descrição, sem queimar a marca antes do registro.
A prova é longitudinal e inverte a ameaça que o próprio Marketing da FN declarou: os vídeos deixam de mostrar o turnover e passam a mostrar quem ficou. O KR de capacitar promotor destaque em filmagem coloca a câmera na mão de quem vive a trajetória.
De agosto a dezembro. Sprints quinzenais até o pleno funcionamento.
Dez sprints de duas semanas. Ao fim de dezembro, a UDIS roda o nível 0 por safra, o mapa 0 ao 7 está publicado, as trilhas 1 a 3 disponíveis, a campanha CLT no ar com prova da primeira safra, e o C&S entregue em paralelo.
A barra tracejada é o projeto de Cargos e Salários, conduzido em paralelo para não travar o início da universidade.
- Definir titularidade da marca UDIS e do conteúdo, por escrito, antes de qualquer produção
- Registrar domínio e marca UDIS em configuração cedível
- Fechar régua de entrada: escolaridade, hábito de leitura e uso de celular do promotor e vendedor que a FN contrata hoje
- Confirmar volume de contratação mensal para dimensionar safra e turma
- Escrever os roteiros dos 5 blocos do nível 0
- Selecionar e formar os primeiros mentores (veteranos reconhecidos pela cultura)
- Escrever a camada de princípios aplicados a dilema, com o comitê
- Definir linha de orçamento da equipe (qualidade de vida)
- Gravar as aulas ao vivo da primeira safra (a experiência vira material)
- Capacitar promotor destaque em filmagem (KR do Marketing FN)
- Montar o trilho do desafio diário no WhatsApp
- Estruturar o Projeto de Carreira como artefato da pessoa
- Rodar a primeira turma do nível 0 na sede, em horário de trabalho
- Coletar percepção real dos entrantes para os próximos
- Ativar mentoria e encontro coletivo
- Primeiras peças de campanha a partir da filmagem do piloto
- Reancorar os 5 cursos existentes como trilha do nível 1
- Ajustar o nível 0 a partir do feedback da primeira turma
- Publicar o mapa 0 ao 7 para os colaboradores
- Iniciar desenho do C&S em paralelo (BRAVA contratada)
- Produzir trilhas dos níveis 2 e 3, proprietárias sobre a distribuição
- Rodar segunda safra do nível 0
- Estruturar o PDI como mecanismo do nível 4 com a liderança
- Academia de Líderes como pré-requisito de validade do nível 0
- Definir elegibilidade e gatilho do 3 para 4, com nome, verba e prazo
- Encostar catálogo Cresça Mais como piso
- Abrir conversa com universidades da região para bolsa
- Amarrar C&S ao mapa: reconhecimento antes de remuneração
- Desenhar a Frente Varejo como campo de prática do nível 5
- Desenhar a Frente Indústria como campo de prática do nível 6
- Modelar patrocínio de indústria para o que educa a ponta
- Consolidar indicadores: turnover, 84% pós-experiência, 50% vagas internas
- Estruturar a mentoria do nível 7 e o ciclo que realimenta o 0
- Fechar a modelagem da joint venture BRAVA e FN
- Definir o que é técnica (vendável à categoria) e o que é cultura (intransferível)
- Entregar a versão 1 do C&S para o segundo semestre
- UDIS em pleno funcionamento com nível 0 rodando por safra
- Mapa 0 ao 7 publicado e trilhas 1 a 3 disponíveis
- Campanha CLT no ar com prova longitudinal da primeira safra
- Plano de regravação e manutenção do conteúdo gravado definido